A “chave” do Padre Paulo Ricardo para entender o Protestantismo
Estive vendo um video do Padre Paulo Ricardo, de um curso intitulado "porque não sou protestante". Logo no princípio, ele apresenta a tese do teólogo Karl Barth, que ao fazer essa pergunta no sentido contrário (Porque não sou católico, buscando uma resposta simples e definitiva e fundamental do porque devemos rejeitar o catolicismo) ele chega a conclusão de que a "Analogia Entis" que é a característica principal da cosmovisão católica-romana é a causa definitiva e fundamental porque se deve rejeitar o catolicismo. E diante dessa razão, todas as outras que levantamos em debate com católicos (as eternas polêmicas discutidas entre nós como os dogmas marianos, a veneração dos santos, o purgatório, o primado de Pedro, etc) se tornam irrelevantes e pueris.
"Analogia Entis", para quem não sabe, é o termo teológico que descreve a possibilidade do homem conhecer a Deus através das coisas criadas, ou seja da própria criação. Esse argumento é o fundamento da Teologia Natural, largamente explorada por Tomás de Aquino e pelos teólogos medievais. Dessa forma, todas aquelas questões que os protestantes geralmente se lançam ao debate contra o catolicismo (como transubstanciação, culto aos santos, purgatório, etc) não são em si mesmas as razões fundamentais do porque o protestante convicto deve rejeitar o romanismo, mas consequências, frutos, da razão fundamental, que é a Analogia Entis. Por duas razões principais: primeiro, a natureza revela que existe um Deus todo Poderoso, mas não revela muita coisa acerca desse Deus - fato que levou os homens a especular e tentar imaginar como Deus seria, criando assim as diversas religiões, mitos e lendas onde o divino é pintado segundo a vã imaginação humana - tal como explica o apóstolo Paulo no primeiro capítulo de sua epístola aos Romanos:
"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis". (Romanos 1:21)
A segunda razão é: porque o homem e todos os seus atributos - incluindo a Razão - foram contaminados e deturpados pela queda. Desse modo, uma mente corrompida como a mente humana não consegue ver Deus tal como Ele é, e ao tentar compreende-lo, o pintará de acordo com suas próprias limitações, criando assim "deus ou deuses" corrompidos, cheios de defeitos humanos. E o mesmo ocorre quando o homem, mesmo a par da revelação bíblica, tenta explicar as coisas ali reveladas, não segundo o Espírito, mas segundo a sua própria imaginação: ele colocará, acrescentará ou deturpará aquilo que não pode compreender pela razão para tentar reduzir as coisas eternas - que só podem ser discernidas espiritualmente - a sua minuscula e imperfeita razão.
Esse pressuposto foi totalmente rejeitado pelos Reformadores, que partiram de outro pressuposto, a "Analogia Fidei", que é o conceito pelo qual só podemos compreender a Deus e as coisas de Deus mediante sua Revelação, especial e principalmente mediante a Fé em Cristo, e não pela razão humana. Em outras palavras, o homem é incapaz de conhecer a Deus a menos que ele se revele. Por essa razão, Deus se revelou a humanidade diversas vezes na história, falando a homens diversos - profetas e apóstolos que registraram nos livros sagrados as palavras e atos de Deus - e por fim, se revelou em seu Filho, Jesus Cristo, que nos trouxe a imagem perfeita do Pai e de sua vontade. O homem só pode compreender a Deus naquilo que ele se revelou diretamente - nas palavras dos profetas e apóstolos, mas principalmente em Jesus, que é a chave para compreender toda a Escritura, a História, e todas as coisas.
Enquanto Deus não falasse ao homem, o homem iria se bater e afundar em sua própria imaginação inquieta e deturpada, correndo atrás de deuses feitos a sua própria imagem e semelhança - e daí, imprimindo nesses deuses os mesmos pecados e fraquezas que existem nele mesmo para dar vazão a suas perversões, tendo assim um argumento para solapar sua consciência, que traz em si mesma a lei de Deus e que condena tais perversões. "Afinal, se Zeus é adultero, porque eu não posso ser? Se Afrodite se prostitui, porque não posso me prostituir? Se Hermes protege os ladrões, porque não posso roubar?"
Da mesma forma, a "Analogia Entis", aplicada as doutrinas cristãs, se tornou a fonte original de uma série de deturpações bíblicas que, embora não ensinem o homem a se prostituir ou a roubar, o afastam do objetivo principal de Deus, que é se aproximar de Cristo para se tornar semelhante a ele. Todas as explicações e teorias criadas por teólogos católicos romanos na Idade Média, com o fim de explicar determinados pontos da Escritura e da fé cristã em geral, redundaram em um precedente perigosissimo: a Igreja, a instituição terrena, passa a ser vista como intermediária, não entre Deus e os descrentes, mas entre Deus e os próprios crentes. O cristão não é mais digno de se achegar a presença de Deus - precisa da mediação da Igreja, dos sacerdotes e exercer uma série de ações (cumprir os sacramentos, obedecer o Papa).
Assim, o crente não é mais membro da Igreja, mas "filho" da igreja. Há uma separação entre a Igreja e o Cristão, onde aquela se torna uma entidade inquestionável e infalível, e o cristão, um dependente dela. E para reforçar ainda mais essa noção, todas as doutrinas da igreja passam a apontar para a dependência da própria igreja, e não mais de Cristo: o Sacrifício da Missa passa a ser o centro culto cristão - e não mais a comunhão (Agape) e o memorial do sacrifício vicário, que era o propósito principal da Ceia - isso porque só um sacerdote ordenado pela Igreja poderia realizar o "milagre" da Transubstanciação, necessário para "alimentar espiritualmente" os crentes e mantê-los a salvo. A ênfase na salvação que é uma Graça divina que só pode ser recebida mediante a fé, agora é apagada e substituída por uma série de ordenamentos e doutrinas que colocam a Igreja como mediadora dessa salvação. Assim o crente depende da Igreja, e não mais de Cristo, que se torna cada vez mais desnecessário, já que o cumprimento dos sacramentos, os méritos dos santos "adminsitrados" pela Igreja, as Indulgências, o Purgatório, a intercessão dos santos e uma série de obras podem ser suficientes para salvar o homem.
Em outras palavras, a ICAR deixou de ser Cristocêntrica para ser Eclesiocêntrica. Cristo se tornou pouco relevante para a vida do cristão, e este, não passa a buscar na obediência e imitação de Cristo a santidade e o aperfeiçoamento que a Escritura afirma serem necessários.
Portanto, muita coisa que a Igreja Católica adotou desde o fim do império romano e o início da idade média, são invenções da razão e da natureza humana, e não da revelação divina. Tentativas de se compreender as coisas espirituais através da filosofia, ainda por cima pagã, por exemplo, acabaram por culminar em dogmas estranhos à fé cristã dos primeiros séculos, e erigidos ao patamar de verdades e regras de fé, já questionadas e debatidas em sua época, e que seriam mais tarde questionadas e rejeitadas pelos protestantes.
Pois bem, dito isso, o Padre passa a fazer o mesmo exercício que Karl Barth fez, só que do lado católico, perguntando-se porque não se deve ser protestante, afim de chegar a uma resposta única e definitiva, a ponto de tornar todas as objeções que os católicos tem ao protestantismo irrelevantes. Pois da mesma forma que a "Analogia Entis" para Karl Barth é a razão fundamental, de onde inclusive todas as razões para não sermos católicos emanam - afinal, entendemos que os dogmas marianos, a primazia de Pedro, a intercessão dos santos, culto as imagens, a transubstanciação, etc, são justamente produto da razão humana erigidos ao mesmo status que a revelação divina, portanto, elementos que procedem da "analogia entis", e não da revelação do próprio Deus - assim o Padre tenta chegar a uma resposta similar para o lado católico, o "ponto chave" que fundamenta toda a cosmovisão protestante e que fundamenta tudo aquilo que o catolicismo rejeita no protestantismo.
O problema, no entanto, é que nesse video, o Padre Paulo Ricardo viajou legal na maionese! Ele realmente cometeu uma gafe inacreditável. Pra começar, a conclusão dele sobre "porque ele não deve ser protestante" está toda baseada em um espantalho que ele teceu através do que ouviu de um pastor, que aliás, ele entendeu totalmente errado. O Pastor, em questão, em um debate que teve com o padre, teria dito que "não adoramos Cristo na carne". O Padre então, confuso com essas palavras, passa a refletir sobre elas para tentar entendê-las. E segundo ele, passou 20 anos pensando nisso. Até que chegou a conclusão de que nós protestantes temos uma visão de Cristo diferente da visão católica. Ele entendeu que por "carne", o pastor estava se referindo ao corpo de Cristo, à sua natureza humana. E que ao dizer que não o "adoramos na carne", estaria dizendo que rejeitava a natureza de Cristo, adorando apenas sua natureza divina... e portanto, nós protestantes, não creríamos na dupla natureza de Cristo (humana-divina).
O problema é que, como qualquer evangélico sabe, o pastor em questão não estava se referindo ao corpo físico de Cristo nem tampouco a natureza humana do Senhor. Estava se referindo à "carne" em oposição ao Espírito. Ou seja, que adoramos Cristo em Espírito e em Verdade (João 4:24), e não "na carne", ou segundo a carne, segundo a equivocada natureza humana, segundo os rudimentos criados por homens, segundo o entendimento humano de como se deve adorar a Deus - entendimento esse que geralmente implica em uma religiosidade cheia de ritualismos e permeada por uma noção de barganha com o divino.
Essa expressão "na carne", usada na bíblia em três sentidos (carne física para se referir ao corpo, carne no sentido de vida e carne no sentido da natureza humana animalesca, adâmica, que é oposta a natureza espiritual) é muito usada pelos evangélicos nesse ultimo sentido. O Padre passou "20 anos matutando" o que o pastor quis dizer com "não adorar Cristo na carne" quando bastava procurar saber o que os evangélicos/protestantes entendem com essa expressão. Na verdade, bastava o Padre ler a Escritura para compreender isso. Sem querer, Paulo Ricardo acabou demonstrando que Karl Barth estava certo em sua conclusão: ele mesmo partiu de seus próprios pressupostos teológicos e filosóficos para chegar a uma conclusão errada, que teria sido evitada se o Padre tivesse alguma intimidade com a Bíblia... e ainda por cima, termina por atribuir a nós a heresia de rejeitar a natureza humana de Cristo... ou seja, o Paulo Ricardo vai ter que reformular a tese dele, se ele quiser atingir o mesmo nível de perspicácia do Karl Barth, pois nessa aí, ele não se deu muito bem.
Menções bíblicas à carne, no sentido de oposição ao espírito:
"E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus" (Mateus 16:17)
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca". (Mateus 26:41)
" Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus". (João 1:13)
"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito". (João 3:5-6)
" Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte" (Romanos 7:5)
"Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem." (Romanos 7:18)
"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Romanos 8:1)
Portanto, o Padre vai ter que tentar de novo. Ele foi mau sucedido nessa empreitada...
Autor: Fabiano Dias


Olá, Fabiano. Tudo bem? Eu sou católico romano e pergunto-te o seguinte, ok, padre Paulo pode ter errado na interpretação que ele dera à palavra "carne" da fala daquele pastor que com padre Padre refletia e também deblaterava com tal sacerdote romano, mas como fica Romanos I:20 em que parece que São Paulo endossa a analogia do ente? Eu acho a analogia do ente do Filósofo (Aristóteles) genial, porque o estagirita sem conhecer o Deus único deduziu de que do Ser por excelência e condicionante dos demais seres, aí já como entes, isto é, o condicionante da mobília que há no mundo, tal mobília poderia dizer algo de tal condicionante supremo possibilitador e criador de tudo o que há em suas qualidades de bem, verdade e beleza que Martinho Lutero tão cheio de escrúpulos moralistas não via em si mesmo. Martin Heidegger na busca do sentido do ser quis tirar Deus da jogada metafísica, e mencionava Martinho Lutero na obsessão deste pela analogia da fé desde a época da Disputa de Heidelberg de 1518. Veja, então, como vocês protestantes acabaram propiciando a carreira filosófica de um nazista rígido à maneira de um Heidegger, ainda que ele fosse um virtuose na Filosofia, mas a serviço do mal que fora a Nêmesis nazista.
ResponderExcluirPor fim, acho que você não percebe a dialética que há entre o cristão como membro da Igreja e da Igreja como sua mãe, simultaneamente, falta sempre traquejo filosófico para vocês protestantes tão mais teólogos do que filósofos, eu sou católico romano e não por acaso quero cursar a Filosofia na academia. Porque, note, caro amigo, o cristão católico romano é membro da Igreja, porém, ele não mais pertence a si mesmo, é Cristo que vive no cristão, não mais o cristão vive, lembrando a feliz palavra do Apóstolo dos gentios. O cristão é membro do corpo de Cristo, mas o corpo é de Cristo e Cristo cabeça o comanda tal qual ocorre com o corpo humano. O dedo é dedo, um homem não resume-se ao seu dedo, mas o dedo só é alguma coisa se ligado ao corpo e pela mente do homem recebe comando, utilidade e cuidados como o cuidado de cortar a unha do dedo e de mantê-lo asseado.
É isso, meu amigo. Mui grato ficarei se quiser publicar meu comentário e pudemos refletir juntos, sem necessariamente deblaterarmos. ABRAÇOS!
A criação revela que há um Deus criador, que é poderoso, único, distinto de sua própria criação... e só. Não revela quem é esse Deus, não fala muito de seu caráter e de como o homem pode se aproximar dele ou procurar agrada-lo. E é aí que a natureza humana decaída entra em ação: o homem procura imaginar Deus e, imaginando Deus, o pinta a sua própria imagem e semelhança, criando deuses e deusas que mais se parecem com os homens em seus defeitos e vícios do que com o Deus verdadeiro, que é unico e santo. E o homem faz isso justamente para endossar sua natureza pecaminosa e seus atos odiosos, razão porque Paulo prossegue dizendo que "dizendo-se sabios, tornaram-se loucos" e "em seus discursos vãos se desvaneceram" e criando toda a sorte de idolatria e se entregando a toda a sorte de pecados por causa dela.
ExcluirEm suma, a Analogia Ente não pode revelar Deus de fato. O homem só pode conhecer Deus verdadeiramente quando Ele mesmo se revela, o que o fez diversas vezes no passado através dos Profetas e, por fim, através do Filho. Fora isso, o homem não pode conhecer a Deus, e usará sua imaginação distorcida para tentar fazer uma imagem dele, pintando-o conforme suas próprias convicções e desejos. Assim não é o homem que se molda a Deus, mas o homem faz um deus que se molda a suas próprias inclinações. Desculpe a demora em responder. Grande abraço.
ExcluirFabiano, quase quatro anos depois das tuas respostas a mim estou eu aqui de volta. É bondosa a interpretação que tu dás do histérico furibundo semelhante a um bandido como um Samuel Câmara ou um Silas Malafaia que estava conversando com o padre Paulo Ricardo. O louco protestante (pleonasmo vicioso) ficou puto nas calças diante de tudo o que é a humanidade transfigurada no Senhor Jesus Cristo, nos santos, mormente a Virgem e Sempre Virgem Maria e São José, e na Santa Madre Igreja Católica Apostólica que é simplesmente a sociedade perfeita, deixando no chinelo a Politeia platônica. Humanidade transfigurada já prenunciada no Filósofo (Aristóteles) de quem Santo Tomás de Aquino, explicava Olavo de Carvalho, tomara a doutrina de que se pode conhecer gêneros e espécies não só por um milagre, segundo dizia Santo Agostinho e dizes tu da maneira fanática protestante só por revelação, e o conhecimento do Ente dos entes que é Deus, único em seu gênero, pela filosofia pode-se conhecer e é tal cogitação deste gênero único a questão metafísica e reflexiva maior, segundo o Divino Tomás, aliás, chamado por nós, católicos romanos, de divino junto com todos os outros santos.
ResponderExcluirSe o homem é tão imbecil em suas elucubações, conforme tu queres caro Fabiano, o que resta é um bandido como Samuel Câmara, chefe da primeira seita maluca e maldita Assembleia de Deus que surgiu no mundo aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, no dia 18 de junho do ano de 1911. Ele que foi xingado de bandido por mim na cara dele e ele saiu correndo da minha frente como um rato que ele de fato o é. Câmara que lava dinheiro e certamente o deposita em empresas off-shore de paraísos fiscais, de uma das vezes o facínora depositou na conta de um banco em Nova Iorque, para ele que é protestante se a analogia do ente é um erro só resta a ele sendo em sua carne ser má, já que o padre Paulo diante daquele falso pastor nem pôde especificar carne no bom sentido, só resta a Câmara ser bandido ou como ele já disse em um artigo dele semanal no jornal O Liberal daqui da minha cidade, ele escreveu que Deus é uma vacuidade. Porque, ainda tomando o termo carne, Deus não fez carne em Jesus Cristo, o falso deus gnóstico protestante é mesmo um nada, é um vácuo, não existe em um mundo cheio de samuéis câmaras e silas malafaias que são casos de polícia, não há mais verdade e sabedoria, substâncias que o homem possa conhecer a filosofia inteira pós-Revolução protestante esta certa com Immanuel Kant em dizer que a coisa em si é incognoscível, que não temos o "direito" de unir lé com cré, isto é, de descobrirmos relações de causa e efeito. Ou mais recentemente com o pragmatismo só há uma geringonça que o homem deve buscar, uma geringonça que é uma panaceia de resultados e que se danem as substâncias, os entes, o ser, a verdade ou na pós-modernidade atual que depois da queda do Muro de Berlim no dia 9 de novembro do ano de 1989 ficam apenas com as "narrativas" e que se dane os fatos, a verdade.
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